BELGA PEDE FIM DE CASAMENTO APÓS DESCOBRIR QUE ESPOSA ERA ‘HOMEM’

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Um belga de 64 anos pediu a anulação de seu casamento depois de descobrir que sua mulher, uma indonésia de 48 anos, com quem está casado há 19 anos, tinha nascido homem e havia passado por uma cirurgia de mudança de sexo.


Jan e Monica se casaram em 1993, segundo o jornal “Het Nieuwsblad”.
“Achei que ela fosse uma mulher. Ela não tinha traços masculinos”, disse Jan. “Mesmo durante o sexo, eu nunca percebi nada”, disse ele, que só descobriu recentemente que sua esposa era transexual.

Na época em que a mulher mudou para a Bélgica, a Justiça belga chegou a levantar dúvidas sobre a autenticidade de seus documentos, mas, mesmo assim, Jan não desconfiou de nada e decidiu se casar.

Jan contou que ele e sua mulher tinham decidido não ter filhos, porque ele tinha dois de um casamento anterior.
Ele começou a desconfiar da esposa depois que ela começou a usar roupas muito chamativas, minissaias e tops minúsculos.
Jan iniciou um processo judicial para ter o casamento anulado.

NO CARNAVAL DA RESISTÊNCIA, BLOCO BOLSOMINIONS FRACASSA E NINGUÉM COMPARECE

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Bloco Bolsominions, programado para sair na tarde deste domingo (3) foi um verdadeiro fracasso; de acordo com informações da Prefeitura, o bloco que sairia para homenagear o presidente Jair Bolsonaro, não leva nenhum folião às ruas.

Marcado para sair às 15 horas deste domingo, o bloco Bolsominions, criado para homenagear o presidente Jair Bolsonaro, tinha previsão de receber de 500 a 2000 pessoas, mas segundo informações oficias da Prefeitura de São Paulo, ninguém apareceu.

O nome do bloco faz uma alusão aos apoiadores de Bolsonaro que são popularmente conhecidos como Bolsominions. O bloco sairia da rua Aspicuelta com Girassol, na Vila Madalena. Os foliões que passavam pelo local estavam procurando outro bloco, concentrado na rua Harmonia, o Lets Block.

Nas redes, o fracasso foi motivo de gozação. “Então quer dizer que o Bloco Bolsominion ninguém apareceu? Será que foi uma homenagem ao “mito” que não aparecia nos debates? Emblemático, diria”, escreveu um internauta.

Moro explicita que Lula é custodiado por inimigos, não pelo Estado

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A liberação do Lula para acompanhar a cerimônia de despedida do Arthur, seu netinho mais próximo, seguiu o roteiro e o tratamento de exceção de que Lula é vítima.

A liberação autorizada por Carolina Lebbos, a encarregada da execução penal da república de Curitiba, significa mais um ato de crueldade, inumanidade e arbítrio da Lava Jato.

Os termos da autorização não encontram amparo no Código de Execução Penal, realidade que confirma a condição excepcional do Lula como refém de um sequestro; alguém sem direitos e sem prerrogativas legais.

As restrições estipuladas – estranhamente postas em sigilo pela verduga – são dantescas. Lula “ganhou” não mais que 90 minutos para acompanhar o velório, não teve o direito de processar o luto com seus familiares, foi proibido de conversar com o público, de ser fotografado, de ser abraçado e, finalmente, proibido de compartilhar a dor lancinante com seus amigos, familiares e companheiros – afora outras imposições ainda não reveladas.

À bestialidade daquela juíza curitibana, branca e rica, o ministro da Justiça e chefe hierárquico da PF, Sérgio Moro, adicionou um componente de terror do Estado policial.

Além do exagerado e injustificável aparato de guerra montado para o velório de um menininho de 7 anos de idade, Moro escalou para escoltar Lula ninguém menos que um policial federal armado de fuzil e com insígnia da SWAT/USA no uniforme e que atuou como segurança de Bolsonaro durante a campanha e depois da eleição.

Danilo Campetti se assume manifestamente bolsonarista e anti-petista. Depois de atuar como segurança de Bolsonaro na solenidade de posse no Congresso, ele participou como convidado da recepção no Itamaraty, de onde enalteceu via rede social a “Gratidão e reconhecimento do Capitão pela nossa equipe. E foi assim durante todo o período que o acompanhamos, um líder que sempre se preocupou com a tropa” – referindo-se à Equipe Messias, o exército da segurança bolsonarista na eleição.

A revelação de quem são os custodiantes do Lula deixa claro que o ex-presidente corre evidente risco de morte. A vida do Lula, decididamente, não está em segurança.

Moro escalou para custodiar Lula no cativeiro agentes que, como ele, Moro, odeiam Lula como a um inimigo. Eles se mordem de raiva ao ver a honra e a altivez desse gigante moral indestrutível, que ostenta dignidade e resistência inquebrantáveis ante cada monstruosidade que perpetram contra si.
Ficou muito evidente que Lula poderá sofrer atentados e ser assassinado por facínoras que o odeiam, que o consideram o inimigo perigoso que deve ser aniquilado.

Quem garante que em situação de urgência médica Lula será socorrido a tempo por verdugos que preferem vê-lo morto e que terão prazer em assistir sua agonia enquanto se excitam com doses pavorosas de sadismo?
A condição do Lula não é reconhecível nem mesmo nas regras ainda seguidas pelo regime de exceção. Sua condição nem de longe se assemelha a de um preso – comum ou político –, porque se equipara a de um prisioneiro de guerra: sequestrado, encarcerado e custodiado pelo exército inimigo.

Com a anuência do chefe Bolsonaro, que é óbvia, Moro expõe Lula ao terror do Estado policial e, ao mesmo tempo, negligencia os dispositivos mínimos para a garantia e a proteção da sua vida.

A luta pela liberdade do Lula adquiriu mais dramaticidade e urgência. Espera-se dos setores não apodrecidos do judiciário, sobretudo no âmbito do STF, a resposta necessária para o rápido restabelecimento da justiça e do Estado de Direito antes que Moro, Dallagnol e a Lava Jato executem a sentença de morte do Lula.

NOVA ERA? COM BOLSONARO, PRESIDÊNCIA ELEVA EM 16% GASTO COM CARTÃO CORPORATIVO

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Reportagem de Breno Pires no Estado de S.Paulo informa que os gastos com cartões corporativos da Presidência da República nos dois primeiros meses do governo Jair Bolsonaro aumentaram 16% em relação à média dos últimos quatro anos, já considerada a inflação no período. Apesar de ter seu fim defendido durante a transição, a nova gestão não só manteve o uso dos cartões como foi responsável por uma fatura de R$ 1,1 milhão. O cálculo leva em consideração os pagamentos vinculados à Secretaria de Administração da Presidência da República – que incluem as despesas relacionadas ao presidente.

De acordo com a publicação, os valores foram divulgados apenas na semana passada, com atraso, após o Estado questionar a Controladoria-Geral da União (CGU). Mesmo assim, a descrição da maioria dos pagamentos é sigilosa. Nem mesmo a data em que a despesa foi feita é divulgada. O argumento é que informar os gastos do presidente pode colocar em risco a sua segurança. A extinção dos cartões corporativos foi defendida pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante a transição de governo. Na ocasião, o ministro disse que mudanças seriam feitas com “critérios”, baseadas em consultas à Advocacia-Geral da União (AGU) e à CGU. Ao Estado, os dois órgãos disseram que ainda não foram consultados sobre o tema.

Ao todo, 1.846 servidores estão registrados para usar os cartões corporativos. Eles foram responsáveis por um gasto total de R$ 5,3 milhões até agora no ano. Neste caso, quando considerados todos os órgãos do governo, houve uma economia de 28% em relação à média dos últimos quatro anos. As despesas de fevereiro, porém, ainda não estão integralmente listadas, completa o Estadão.

“TRATARAM COMO SE FOSSE UM CANDIDATO REPUBLICANO E AGORA ESTÃO CHOCADOS COM SUA ESTUPIDEZ”, DIZ JORNALISTA SOBRE BOLSONARO

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A jornalista Milly Lacombe detonou Bolsonaro no Twitter:

“Trataram o cara como se ele fosse um candidato absolutamente normal e republicano e agora estão oh my god absolutamente chocados com o alcance de sua estupidez, vulgaridade, autoritarismo e burrice. Ah, vão a merda.”

Hashtag #ImpeachmentDeBolsonaro é a mais utilizada no Twitter após Bolsonaro publicar vídeo erótico

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Depois de publicar um vídeo no Twitter e um homem enfiando o dedo no próprio ânus, Jair Bolsonaro teve sua pior repercussão entre seus apoiadores na plataforma. Muitos já falam em impeachment, cuja hashtag subiu imediatamente para os trending topics. Os internautas recorreram à lei 1.079 (conhecida como “lei do impeachment”) da Constituição Federal, que dispõe sobre os crimes de responsabilidade. Um trecho da lei pode enquadrar o gesto de Bolsonaro: “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o “Art. 2º Os crimes definidos nesta lei, ainda quando simplesmente tentados, são passíveis da pena de perda do cargo, com inabilitação, até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública, imposta pelo Senado Federal nos processos contra o Presidente da República ou Ministros de Estado, contra os Ministros do Supremo Tribunal Federal ou contra o Procurador Geral da República. Consta entre os crimes contra a probidade na administração “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”, item no qual esse tuíte com o vídeo obsceno se encaixaria.”

A matéria ainda destaca que “se há base, de fato, para um pedido de impeachment, somente o desenrolar dos fatos e as análises jurídicas subsequentes poderão mostrar. Mas já não restam dúvidas de que o presidente deu início a mais uma crise em seu governo.”

BOLSONARO COMPARTILHA VÍDEO DE HOMEM MEXENDO NO ÂNUS E SUGERE QUE CENA É COMUM NO CARNAVAL

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O presidente Jair Bolsonaro publicou no Twitter um vídeo com cenas obscenas que teriam ocorrido durante a passagem de um bloco de carnaval, que ele mesmo considerou não se sentir “confortável em mostrar.”

Na postagem, na noite desta terça-feira, 5, Bolsonaro diz que “temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades”. E criticou: “É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro”. O presidente também pediu que seus seguidores comentassem e tirassem suas próprias conclusões sobre o vídeo.

A publicação foi alvo de críticas de internautas, que disseram ter denunciado o post ao Twitter por desrespeitar as regras da rede social por conteúdo impróprio.
Mais cedo, Bolsonaro também publicou um vídeo em que um cantor rebate críticas feitas por Daniela Mercury e Caetano Veloso na música Proibido o Carnaval. Também pelo Twitter, a cantora rebateu. “Se assim desejar, irei com minha esposa, que é também minha empresária, até Brasília para conversar com o senhor sobre o assunto.”

Delação de ex-braço direito de Dom Orani implica Igreja Católica na Lava Jato

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Um homem que durante anos foi braço direito do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, admitiu participar de esquema de corrupção na Saúde do governo Sérgio Cabral e se tornou delator premiado. O ex-padre Wagner Augusto Portugal, um dos colaboradores da Operação S.O.S., desdobramento da Lava Jato no Rio, confessou sua participação no desvio de R$ 52 milhões dos cofres estaduais envolvendo contratos da Secretaria de Estado de Saúde do Rio com a organização social católica Pró-Saúde em 2013. Uma das linhas de investigação da força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) no Rio apura se parte dessa propina bancou despesas pessoais de sacerdotes.
O delator, diretor de Relações Institucionais e de Filantropia da Pró-Saúde, frequentava o Palácio São Joaquim, residência oficial de Dom Orani, e tratava o arcebispo com intimidade, chamando-o de “você” — muito distante do protocolar “Eminência” reservado aos demais cardeais. Afastado do sacerdócio pelo Vaticano por desobediência, a pedido do bispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, Portugal acompanha os passos de Dom Orani desde que ele foi eleito bispo da Diocese de São José do Rio Preto, em São Paulo, em fevereiro de 1997. A entrada de Wagner Portugal nos negócios com a saúde pública, de acordo com investigadores, ocorreu em Belém, no Pará, quando o cardeal atuava como arcebispo da capital paraense, entre 2004 e 2009. Apoiado pelo amigo, o ex-padre assumiu a gestão de seis hospitais públicos paraenses.

MORO É MASSACRADO NAS REDES POR BOLSONARISTAS LIDERADOS POR OLAVO DE CARVALHO. SÓ FALTA O CARLUXO

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Sergio Moro está tendo a oportunidade de provar o que é estar no centro de um linchamento virtual das milícias bolsonaristas.

O ministro da Justiça nomeou Ilona Szabó, defensora do controle de armas, fundadora de uma ONG, colunista da Folha, para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

O cargo é figurativo e Ilana ocupará uma suplência, mas os eleitores de Jair e do projeto olavista de poder a estão espancando há horas — bem como Sergio Moro.

Desencavaram artigos de Ilona e descobriram que ela detonou o mito, embarcou no “Ele Não”, defendeu a descriminalização das drogas — enfim, tudo o que uma pessoa normal faz.

A pá de cal é uma foto de 2015 de um convescote em que ela aparece juntamente com FHC e —pausa dramática — GEORGE SOROS.

O bilionário Soros é o anticristo para essa multidão de aloprados, de fundamentalistas limítrofes, que pregam que ele financia o comunismo mundial e o “globalismo”.

O ex-juiz de Curitiba está sendo chamado de traidor do bolsonarismo, oportunista, burro etc etc.

Olavo já o expurgou.

“Se no Brasil existisse uma corrente política de direita e ela chegasse ao governo, tipos como Moro e Mourão não teriam nela a menor chance”, escreveu numa série de postagens contra o ídolo maringaense.

“Peçam ao Sérgio Moro ou ao Hamilton Mourão que expressem as suas respectivas ideologias políticas e verão que eles nunca pensaram no assunto”.

E por aí vai.

O eremita da Virgínia é o flautista de uma Hamelin do hospício.

Daqui a pouco Carluxo será acionado por seu guru e pelo papi para fazer sua varinha operar a magia do mal para cima do marido de Rosângela.

O curioso é que, a julgar pelos latidos da turma, Ilona parece ser o único acerto desse circo.