PASTOR MATA OUTRO PASTOR A FACADAS APÓS DISCUSSÃO SOBRE A BÍBLIA

.

PASTOR MATA OUTRO PASTOR A FACADAS APÓS DISCUSSÃO SOBRE A BÍBLIA

Um pastor de uma igreja matou um colega com golpes de faca e pedra nesta quarta-feira (29) em Timbaúba (PE). José Carlos da Silva, de 54 anos, deu facadas em Paulo Germano da Silva, de 58 anos, após uma discussão por causa da bíblia. As informações são do O Povo.

O autor do crime foi preso em flagrante e levado para a delegacia da cidade. Segundo a Polícia Militar, os dois estavam conversando atrás da igreja quando começaram a discutir sobre a Bíblia. Durante a confusão, José Carlos pegou duas facas e acertou o colega. A vítima tentou correr, mas levou pedradas. O acusado ainda fugiu e se escondeu na casa da irmão, mas foi localizado pela PM e confessou o crime.

O suspeito do crime foi encaminhado para audiência de custódia no Fórum de Timbaúba, onde será ouvido pelo juiz de Direito da Comarca. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).

ESTATAL TRANSFERE NAMORADA DE LULA PARA FOZ, A 630 KM DE CURITIBA

.

ESTATAL TRANSFERE NAMORADA DE LULA PARA FOZ, A 630 KM DE CURITIBA

A direção da Itaipu Binacional tomou uma decisão que dificulta os encontros entre o ex-presidente Lula e sua namorada, a socióloga Rosângela da Silva, conhecida como Janja, que será transferida de Curitiba para Foz do Iguaçu, uma cidade a 630 quilômetros da capital paranense. Segundo a assessoria da empresa, a medida, anunciada na semana passada, tem como objetivo otimizar recursos.

Brasil247 – O ex-presidente Lula e sua nova namorada, a socióloga Rosângela da Silva, ficarão mais distantes. Isso por que ela terá que trocar Curitiba por Foz do Iguaçu, a 630 km da capital, se quiser continuar trabalhando na Itaipu Binacional, segundo informa a jornalista Katna Baran, em reportagem publicada na Folha de S. Paulo. A determinação é do diretor-geral brasileiro da usina, Joaquim Silva e Luna, que foi indicado ao cargo em fevereiro pelo atual presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“Rosangela e os cerca de 150 funcionários da empresa que estão lotados na capital paranaense serão transferidos para o centro de comando brasileiro da usina, em Foz do Iguaçu, no oeste do estado, em um processo que deve ocorrer de julho deste ano a 31 de janeiro de 2020. Segundo a assessoria da empresa, a medida, anunciada na semana passada, tem como objetivo otimizar recursos. Itaipu desembolsa mensalmente R$ 208 mil com o escritório alugado em Curitiba”, aponta o texto.

A mudança pode atrapalhar as visitas frequentes de Rosangela a Lula, que está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, desde abril do ano passado.

.

DANIELA MERCURY: ‘NÃO É UMA ESCOLHA! SOMOS PORQUE SOMOS’

.

DANIELA MERCURY: ‘NÃO É UMA ESCOLHA! SOMOS PORQUE SOMOS’

A cantora respondeu aos questionamentos do jornal O Estado de S. Paulo por e-mail, defendendo que o respeito à diversidade seja ensinado nas escolas. Se isso não ocorre, segundo ela, há riscos de a sociedade encarar a questão como tabu, compactuando com sofrimento, bullying, assassinatos e suicídio da população.
“Não devemos ter vergonha de falar de sexo. Temos que ter vergonha do discurso de ódio e da violência contra os LGBTIQ+ no nosso País, que lidera vários rankings mundiais”, defende a cantora.

Sou mãe de 5 e avó de 2 crianças. Acredito que as crianças e os adolescentes devem ser educados para conviver com todas as pessoas que são diferentes deles e devem saber que não podem discriminá-las por isso. Respeito às diferenças deve ser ensinado pelos pais, pela escola, pelos cidadãos e pelos governos. O assunto é necessário e deve ser abordado com naturalidade, firmeza, segurança e clareza. O silêncio é sintoma de homofobia, a incapacidade de falar sobre sexualidade com as crianças é péssimo e gera mais homofobia e muitos outros tipos de doenças sociais, como o machismo, por exemplo, e, consequentemente as agressões às mulheres.

Após revelar publicamente a homossexualidade e o casamento com a jornalista Malu Verçosa, a cantora Daniela Mercury vem se popularizando nos últimos anos como ativista da causa LGBTIQ+.

Na retomada do julgamento sobre criminalização da homofobia nesta quarta-feira, 23, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o casal esteve no tribunal em Brasília para tentar sensibilizar os ministros.

Após seis votos favoráveis, o Supremo formou maioria para enquadrar a discriminação contra a população LGBT como uma forma de racismo. O julgamento já se estendeu por quatro sessões do tribunal e foi interrompido em 21 de fevereiro.

Nesta quarta-feira, 22, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, por 20 votos a 1, um projeto que criminaliza a homofobia, mas que faz uma exceção para garantir a liberdade religiosa.

Um grupo de parlamentares queria pedir ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP) para solicitar ao STF a suspensão do debate na Corte, para esperar o avanço da discussão no Legislativo.

A cantora respondeu aos questionamentos do jornal O Estado de S. Paulo por e-mail, defendendo que o respeito à diversidade seja ensinado nas escolas. Se isso não ocorre, segundo ela, há riscos de a sociedade encarar a questão como tabu, compactuando com sofrimento, bullying, assassinatos e suicídio da população.

“Não devemos ter vergonha de falar de sexo. Temos que ter vergonha do discurso de ódio e da violência contra os LGBTIQ+ no nosso País, que lidera vários rankings mundiais”, defende a cantora.

1. Desde que você assumiu a sua homossexualidade, o que mudou na sua vida?

Mudou tudo, inclusive minha relação com a palavra “assumir”. Risos. Estou até gravando uma música que fala de forma irônica do nosso “amor que assume”. A maioria das pessoas que já me conhecia me olha de forma diferente. Esse título foi acrescentado ao meu currículo. Sem dúvida sou da comunidade LGBTI mundial e, por meu desejo, me tornei ativista da causa. Malu e eu temos dedicado muito tempo da nossa vida para substituir a cultura da homofobia e da transfobia pela cultura da harmonia.

2. O casal já sofreu ou passou por alguma situação que poderia ser enquadrada como homofobia? Se sim, como foram os episódios?

A homofobia é tão clara e está tão profundamente estabelecida na nossa cultura que está presente em absolutamente tudo.

Sou e somos sistematicamente atacadas. Mas estamos mais fortes do que nunca.

Afinal, quem tem problemas são os homofóbicos. Eles é que têm dificuldade para viver em uma sociedade livre e democrática e respeitar as diferenças. Por isso, precisamos criminalizar a homofobia e fazer campanhas maciças de educação.

3. Você defendeu há algumas semanas a criminalização da homofobia e a educação das crianças sobre diversidade sexual. Você acha que a questão deveria ser discutida nas escolas? Se sim, de que forma esse debate deveria ocorrer?

Sou mãe de 5 e avó de 2 crianças. Acredito que as crianças e os adolescentes devem ser educados para conviver com todas as pessoas que são diferentes deles e devem saber que não podem discriminá-las por isso. Respeito às diferenças deve ser ensinado pelos pais, pela escola, pelos cidadãos e pelos governos. O assunto é necessário e deve ser abordado com naturalidade, firmeza, segurança e clareza. O silêncio é sintoma de homofobia, a incapacidade de falar sobre sexualidade com as crianças é péssimo e gera mais homofobia e muitos outros tipos de doenças sociais, como o machismo, por exemplo, e, consequentemente as agressões às mulheres.

4. A discussão sobre a criminalização se arrasta no Congresso há 18 anos. Quatro propostas já foram apresentadas, mas nenhuma lei aprovada. Você acha que a votação vai se encerrar no próximo dia 23? Acha que algum ministro pode pedir vista do processo?

Tenho fé que nenhum ministro pedirá vista. Estaremos lá para demonstrar com mais contundência que precisamos muito que a homofobia e a transfobia sejam equiparadas ao crime de racismo para, em seguida, o Congresso legislar e criar a lei específica para a homofobia e a transfobia. Essa lei deve ser feita com cuidado e sensibilidade, seguindo como base a lei do crime de racismo. Os deputados não podem, depois de 18 anos, aprovar essa lei de qualquer jeito. Deve ser digna e justa com a população LGBTI para que tenhamos OS MESMOS DIREITOS que qualquer cidadão neste país tem. Como disse o ministro Celso de Mello: “mostra-se indispensável que o Estado proteja os grupos vulneráveis”.

O incômodo, o tabu, o medo de falar sobre sexo geram muito sofrimento. E gera bullying, assassinatos e suicídios. Não devemos ter vergonha de falar de sexo. Temos de ter vergonha do discurso de ódio e da violência contra os LGBTIQ+ no nosso País, que lidera vários rankings mundiais.

5. Na sua opinião, a lei será suficiente para acabar com os crimes de homofobia?

Não será o bastante, assim como não foi para o racismo. Mas é um poderoso antibiótico para uma bactéria muito resistente. A lei mudará paradigmas, abrirá novas perspectivas de futuro para nós LGBTI e para o Brasil. É a pedra fundamental para mudança de cultura porque pretende dar fim à impunidade.

6. O secretário das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, fez algum apelo ao Brasil ou ajudou em alguma questão, após o pedido de ajuda do casal na criminalização da homofobia?

Tenho certeza que o atual secretário geral das Nações Unidas, Antônio Gutierrez, está muito comprometido com a nossa questão. Quando fomos em Nova York, em 2015, o então secretário-geral Ban Ki-Moon nos recebeu por mais de 30 minutos na sede da ONU, tirou fotos unindo nossas mãos com as dele, mostrando seu total interesse e compromisso com a comunidade LGBTI do mundo. Foi nessa oportunidade que lançamos como campeãs da igualdade a primeira campanha mundial contra a homofobia chamada “Celebrate Love”, que usou as imagens do nosso casamento para dar início à bem sucedida LIVRES E IGUAIS. Nesses dias em que estivemos em Nova York, convidadas pelo alto comissariado da ONU, pedimos ao secretário-geral para lutar pela criminalização da LGBTfobia no Brasil e no mundo, e pedimos também para que ele estimulasse os produtores a fazer mais filmes com personagens gays, trans, lésbicas e famílias sexualmente diversas, incluindo desenhos animados. Isso é inclusivo porque vai ensinar a criança a respeitar todas as formações familiares, independentemente das diferenças. E para os filhos de casais LGBTIs será incrível ver outras referências de amor e não apenas as heteronormativas nas telas. E, definitivamente, não é isso que vai influenciar alguém a ser gay. Não é uma escolha! Somos porque somos.

7. Já recebeu ameaças – virtuais ou pessoais – de pessoas contrárias à lei contra a homofobia? Caso sim, ameaças de que tipo?

Recebemos muito mais apoio que ameaças e confiamos nas nossas instituições democráticas para nos proteger. Agora, os crimes virtuais precisam ser punidos. Precisamos coibir o discurso de ódio na rede e na vida!

.

PM EXPULSA CAPITÃO E PASTOR CONDENADO POR ESTUPRAR ENTEADA ADOLESCENTE

.

PM EXPULSA CAPITÃO E PASTOR CONDENADO POR ESTUPRAR ENTEADA ADOLESCENTE

Ele foi preso por agentes da Divisão de Operações Especiais (DOE) da Polícia Civil acusado de molestar a menor de 14 anos.

Metrópoles – MIRELLE PINHEIRO – A Polícia Militar do Distrito Federal demitiu das fileiras da corporação o capitão Gilvan Figueiredo de Oliveira (foto em destaque). Ele foi preso por agentes da Divisão de Operações Especiais (DOE) da Polícia Civil acusado de molestar a enteada de 14 anos. A portaria foi publicada nesta quinta-feira (23/05/2019) no Diário Oficial do DF. A medida é fundamentada na decisão judicial transitada em julgado.

O ex-policial foi preso em setembro de 2017 por determinação do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Taguatinga do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).

Oliveira, que também é pastor evangélico, tem 43 anos. Ele é acusado de ter abusado da enteada adolescente, entre 2014 e 2015. A vítima relatou à polícia que o padrasto a violentou em várias oportunidades em um período de aproximadamente oito meses.

A primeira vez ocorreu em uma viagem que a família fez para Caldas Novas (GO). A mãe da vítima já estava separada do padrasto, mas mesmo assim os filhos continuavam a ter contato com o homem que os criou desde os primeiros anos de vida.

A adolescente relatou que Gilvan teria lhe feito carícias e passado a mão em seus seios e barriga antes de fazer sexo oral e tentar a penetração. A menina disse que os abusos repetiram-se durante visitas que ela fez ao padrasto após a viagem, no apartamento dele em Taguatinga.

Segundo a vítima, o abusador pedia perdão antes de molestá-la e depois a ameaçava dizendo que a família ficaria sem pensão e sem ter o que “comer”, caso a garota contasse para alguém o que ele fazia com ela.

A denúncia foi feita à Polícia Civil em abril de 2016. A condenação foi confirmada pela Justiça em 8 de setembro de 2017. Ele foi preso em casa e condenado a 17 anos e 3 meses por estupro de vulnerável.

A Polícia Militar informou que antes mesmo da condenação judicial já havia sido aberto um Conselho de Justificação em 2016, em razão da grave acusação contra o policial.

 

.

MASSACRE EM ESCOLA DE SUZANO REACENDE DEBATE SOBRE PORTE DE ARMAS

O atentado ocorrido em Suzano, região metropolitana de São Paulo, por atiradores armados dentro de uma escola, reacendeu o debate sobre a flexibilização do porte de arma, uma das principais bandeiras de campanha do presidente Jair Bolsonaro.

De um lado, a chamada bancada da bala, que vai brigar para flexibilizar as normas atuais. Do outro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), publicamente contrário à pauta desarmamentista, e de quem o governo é totalmente refém neste momento devido à reforma da Previdência.

Um adolescente de 17 anos e um homem de 25 entraram, na manhã dessa quarta-feira (13), na Escola Estadual Professor Raul Brasil com vários tipos de armamentos, mataram sete pessoas e se suicidaram em seguida. Antes, roubaram um carro e assassinaram o lojista que era tio de um deles.

Bancada evangélica se irrita com Bolsonaro e ameaça boicotar tramitação da reforma

Aqui se faz, aqui se paga

bancada evangélica, representante de segmento que teve forte influência na eleição de Jair Bolsonaro, ensaia um protesto público contra atos do presidente. Integrantes do grupo afirmam que o inquilino do Planalto vem se distanciando dos compromissos que firmou e de “valores que o elegeram”. O pano de fundo é a demissão de quadros ligados à frente religiosa sem prévia comunicação. Haverá reunião nesta quarta (13). Um boicote à tramitação da nova Previdência está na pauta.

LÍDER DO PSL DIZ QUE TRAGÉDIA SERIA EVITADA SE PROFESSORES TIVESSEM ARMAS; VOCÊ CONCORDA?

O senador Major Olímpio (PSL-SP) afirmou nesta quarta-feira (13) que o massacre que deixou ao menos oito pessoas mortas na escola estadual Professor Raul Brasil em Suzano, na região metropolitana de São Paulo, teria sido evitado caso os funcionários da escola estivessem com armas.

O senador, um dos mais destacados apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL), tem como suas principais pautas a revogação do estatuto do desarmamento e a redução da maioridade penal.
“Se tivesse um cidadão com arma regular dentro da escola, professor, servente, um policial militar aposentado, ele poderia ter minimizado o tamanho da tragédia. Vamos, sem hipocrisia, chorar os mortos e discutir a legislação, e onde estamos sendo omissos “, disse Olímpio durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado.

“Para você enfrentar uns demônios armados desses só mesmo com instrumentos semelhantes. Se a legislação no Brasil permitisse o porte de armas, um cidadão de bem na escola, seja um professor ou um servente, evitaria a tragédia, impedindo que prosseguissem a marcha da morte deles”, disse.

“Eu estava mostrando a hipocrisia do argumento do desarmamento. O Estado brasileiro tem sido omisso, em todas as áreas. Milhões de armas clandestinas circulam pelo Brasil. Pode acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar do país [uma tragédia igual]. É uma questão de ânimo e oportunidade para realizar. Hoje, quem quer arma irregular no Brasil não tem dificuldade em obtê-la”, concluiu.

Em nota, Olímpio acrescentou que “a política desarmamentista fracassou” e que não pode “deixar que os aproveitadores se utilizem da tragédia para falar que o desarmamento é solução, essas armas são ilegais e foram obtidas e usadas por adolescentes”.

O senador aproveitou para também fazer a defesa da redução da maioridade penal. Ele é autor de projeto de lei que prevê a possibilidade de prender qualquer pessoa a partir dos 12 anos após avaliação psicológica.
“Nossas escolas deviam ser lugar de proteção para nossas crianças e infelizmente não estão seguras. Precisamos urgentemente rever a nossa política de segurança pública, bandido não tem idade, e essa tragédia apenas reafirma que precisamos reduzir a maioridade penal já.”

AUTORES DE MASSACRE EM SUZANO COMPARTILHAVAM POSTAGENS DE BOLSONARO E SEUS FILHOS

Luiz Henrique de Castro, de 25 anos e Guilherme Monteiro, de 17 anos, são os autores do massacre na escola estadual de Suzano (SP) que chocou o Brasil nesta quarta-feira (13). As informações foram divulgadas pela Polícia Civil de São Paulo.

Poucas horas antes de invadir a Escola Estadual Professor Raul Brasil, Guilherme Monteiro divulgou nas redes sociais cerca de 30 fotos em sua conta no Facebook.

Nas imagens, Guilherme veste as mesmas roupas usadas na ação, incluindo uma máscara de caveira. Ele também aparece portando uma arma, mostrando o dedo do meio e fazendo um sinal que remete a suicídio. Na rede social, as postagens ganharam milhares de compartilhamentos e comentários.
Em publicações mais antigas, Guilherme compartilhou um post do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL) que havia sido reproduzido pela página ‘Direita Minas’. Eduardo é filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
A publicação mostra imagens de presidiários e de um policial morto, seguida da seguinte frase: “Neste dia dos pais, este homem não vai para a sua casa. Estes vão”.

Guilherme compartilhou nas redes sociais post de Eduardo Bolsonaro e da página ‘Direita Minas’.

JOÃO DE DEUS CONSEGUE HABEAS CORPUS, MAS PERMANECERÁ PRESO

Desembargadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) concederam, nesta terça-feira (12), habeas corpus em favor do médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, e de seu filho, Sandro Teixeira.


No total, foram 4 votos a 1 a favor da libertação dos réus. O julgamento havia sido interrompido na quinta-feira passada ((7) e foi retomado hoje. Apesar do resultado, João de Deus permanecerá preso, já que existem outros mandados de prisão contra ele em processos a que responde na Justiça. O médium está preso em Goiânia desde o dia 16 de dezembro do ano passado.

Já Sandro Teixeira deverá deixar o presídio de Goianápolis, a cerca de 50 quilômetros de Goiânia, nas próximas horas. O habeas corpus concedido a Sandro refere-se a uma ação penal em que o filho do médium de Abadiânia (GO) é acusado, juntamente com o pai, pelos crimes de coação de testemunha e corrupção ativa, em um caso que teria ocorrido em 2016.

João de Deus é réu em duas ações penais decorrentes de denúncias feitas pelo Ministério Público de Goiás envolvendo casos de abuso sexual a frequentadoras da Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, onde o médium prestava atendimento espiritual. Ele nega todas as acusações.